Prólogo e Advertência
Acerca da Veracidade dos Fatos Descritos
Muito embora eu acredite que esta obra não seja concluída, nem tampouco publicada, ainda assim gostaria de deixar bem claro que se trata de uma obra de ficção. Assim como todos os relatos verdadeiros escritos pela humanidade esta obra também não passa de pura ficção. Esta advertência é válida, pois não gostaria que daqui a uns 4000 ou 2000 anos, este monte de bobagem que eu vou escrever sobre eventos impossíveis e sobrem seres inexistentes, alguns pelo menos até onde sei se torne o dogma (leia-se coleira) para que espertalhões e velhacos criem e subvertam uma ou mais religiões baseados neste texto. Também é recomendável que não se acrescente mais tolices às que foram por nós escritas aqui, porque este será um estudo detalhado das coisas que são, foram e serão, sem nenhum compromisso com a verdade, salvo a Verdade de um Tolo...
Acerca da Originalidade do Texto e Estilo em Si
Não estou nem um pouco interessado em ser original nem quanto às idéias dos textos nem quanto ao estilo. Só quero escrever logo isso pra essa idéia sair da minha cabeça e “... para que eu possa Viver em Paz como o Resto do Gado, pastando livremente dentro do meu Cercado...”, pois idéias revolucionárias (mesmo que fictícias), não trazem qualquer lucro para quem as tem e “... a posteridade as arruínam com sua escolástica estúpida, transformando idéias simples e praticáveis em um amontoado de explicações que tentam elucidar as explanações que expõem o conteúdo da problemática de cada tópico, indicando possíveis soluções que podem ou não estar em ênfase no contexto geral do texto ou em suas entrelinhas. Em resumo, fazem algo simples semelhante às cartilhas de Voltaire se transformarem em Tomos de Tédio dignos de Kant! É nesta parte em que os escolásticos me jogam suas fezes através das grades de sua Erudição... E quanta merda eu vejo sair de seus furiosos orifícios!...” Voltaire dizia, não sejam estúpidos, Kant faziam o mesmo, mas Voltaire é muito mais divertido!
Sendo assim reservo-me o direito de plagiar, copiar e sintetizar tudo o que foi escrito, falado, esculpido e pintado até hoje e colocar tudo isto organizado como bem entender nesta obra sob um novo ponto de vista, que, aliás, não faço questão nenhuma que seja original de qualquer forma.
Acerca do Conhecimento a ser Adquirido com Este Livro
Não espero que os leitores desta obra aprendam qualquer coisa sobre qualquer coisa, isso seria altruísta demais da minha parte, e como alguém disse justificadamente “... sou egoísta num nível prático exigido pelo fato de viver dentro deste Cercado Onde os Pastores e seu Gado estão pastando livremente, embora os primeiros se sirvam das gramíneas cuidadosamente cuidadas e adubadas por seu Gado, aprendi que não devo dar atenção nem a um nem a outro, e como eu, entre outros, não aprecio esterco passei a mastigar as Tábuas do Cercado, tentando imaginar o que há além dele, e embora isto me deixe com a aparência de um animal doente aos olhos de todos os demais dentro do cercado. Embora isto seja altamente proibitivo pelo ponto de vistas dos Digníssimos Líderes do Cercado, tenho mastigado as tábuas, e descobri que embora aparentemente sólidas e firmes, o Cercado foi apoiado em bases fracas e os cupins já corroeram bastante deste Cercado. É possível ver fendas e buracos por todo o Cercado. Não dá para se aprender Nada com esse Prólogo. Como escrevi acima estas palavras são somente Tolices!
Comentário nada produtivo sobre a leitura do texto acima:
ResponderExcluir..Tu gosta de pular a cerca em rapaiz!!! :P
Hehe... brks rsrs
Concordo com essa idéia aí... de "comer as tabuas do cercado", olhar além.. aliás, "longe das cercas embandeiradas que separam quintais.." ;)